Na carta endereçada ao presidente da concelhia do PS, a que a Rádio F teve acesso, o dirigente político deste órgão diz que houve «um golpe lancinante de uma mão invisível na escolha do candidato». Nuno Ferreira diz que no Secretariado concelhio do PS  «não existiu eleição/aprovação» do candidato, muito menos teve conhecimento de uma «avocação superior». Nuno Ferreira vai mais longe e refere que «o candidato é estatutariamente ilegal e irregular» e refere que todo este processo «indicia uma incapacidade de liderança em democracia na Guarda». Nuno Ferreira apresentou a demissão do Secretariado concelhio do PS, que recorde-se é o órgão de confiança política do líder António Monteirinho. O também ex-líder da JS da Guarda, mantém o lugar na Comissão Politica Concelhia, para o qual foi eleito.

A Rádio F tentou contatar Nuno Fonseca Ferreira mas até ao momento não nos foi possível, já o Presidente da concelhia do PS da Guarda, António Monteirinho, não quis tecer qualquer comentário, referindo apenas que recebeu o pedido de demissão e que naturalmente foi  aceite.

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