José Pedro Branquinho, dirigente do PCP da Guarda, manifestou-se publicamente contra a possível transferência da gestão do Hospital de Seia para a Santa Casa da Misericórdia. O dirigente considera que a entrega de unidades de saúde a instituições privadas constitui um “mau serviço” ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), ao país e, sobretudo, aos utentes que dependem deste serviço público. Embora ressalve que a crítica não visam a instituição da Misericórdia de Seia ou os seus dirigentes em particular, o comunista afirma que estas entidades não possuem a vocação adequada para a prestação deste serviço público específico. O dirigente alerta ainda para as consequências negativas desta transição, nomeadamente o ónus financeiro que poderá recair sobre os cidadãos e a deterioração da qualidade dos cuidados de saúde para os residentes de Seia, Oliveira do Hospital, Gouveia e áreas circundantes.
O PCP defende é a necessidade urgente de reforçar o Hospital de Seia com mais profissionais de saúde e equipamentos modernos. Para o dirigente, o foco do Governo deve ser o investimento público para melhorar as instalações e garantir a qualidade do atendimento a quem reside na região.

