João Barranca em declarações exclusivas à Rádio F diz que as saídas que aconteceram estavam devidamente plasmadas nos contratos celebrados com os profissionais de saúde e que os mesmos, estavam cientes disso. O Presidente do Conselho de administração da ULS da Guarda admite que gostaria de contar com esses profissionais que saíram, mas reforça que os contratos celebrados eram apenas para um reforço excecional durante este período pandémico.


