Foram seis anos à frente da direção e Carlos Gonçalves considera que esta é altura para sair e dar lugar a outros, considerando que o seu atual vice presidente, Joaquim Rodrigues é a pessoa indicada para dar continuidade ao projeto. Quanto ao balanço destes dois mandatos, Carlos Gonçalves destaca a aquisição de novas ambulâncias, a aposta na aquisição de equipamentos de proteção individual e a melhoria salarial dos profissionais daquela associação. O ainda presidente, salienta ainda as melhorias realizadas nas instalações do quartel e também a aquisição de viaturas para combate a incêndios. Carlos Gonçalves não esconde a necessidade premente da corporação ter um segundo posto INEM. Na área da proteção de pessoas e bens, o presidente da direção destaca a utilidade para os voluntários da Guarda e população ter nesta altura quatros equipas de intervenção permanente (EIP) aprovadas. Tudo isto tem sido alcançado graças à gestão dos parcos recursos financeiros disponíveis, até porque as dívidas à associação rondam os 300 mil euros, com grande parte da mesma a ser do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e da Autoridade Nacional de Proteção Civil ANPC, sublinhou o dirigente associativo. Carlos Gonçalves fecha assim o ciclo enquanto presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros da Guarda, para o futuro, as necessidades prementes passam por requalificar a unidade de formação, construir a base logística, continuar a renovação da frota automóvel e manter a aposta em equipamento de proteção individual para os bombeiros.


