Num ano onde a produção teve uma quebra a nível nacional e europeu, mas valorizado pela qualidade nesta região da Beira Alta, a Rádio F falou com gerente do lagar em Santa Eufêmia, João Pena, onde destacou a elevada quantidade de azeitona mas com quebras na produção, comparativamente com locais onde existe este tipo de cultura e de produção intensiva. Quanto à acidez, esta varia de acordo com a matéria prima, ou seja, o tempo de demora entre a apanha e o fabrico do azeite. Neste lagar no concelho de Pinhel, há agricultores que vêm dos mais variados pontos do distrito da Guarda para fazer o azeite, inclusive alguns da Cova da Beira. Este lagar de azeite, em Santa Eufêmia apostou numa marca própria e para além do mercado local e nacional também aposta na internacionalização, num produto considerado tradicional. O preço este ano é mais elevado e deve-se a dois fatores, o menor rendimento da azeitona levada a lagar, ou seja, a chamada “funda” e a escassez deste produto em países como Espanha e Itália, sublinhou João Pena.

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