A Câmara de Foz Côa, a Santa Casa da Misericórdia local e o Hospital Terra Quente assinaram, ontem à tarde, um protocolo no sentido da cidade do distrito passar a ter um pólo daquela unidade hospitalar privada. A data de inauguração ainda não foi anunciada mas, se tudo correr como previsto, poderá acontecer no primeiro semestre do próximo ano. Para já apenas foi anunciado que o Pólo vai funcionar no rés-do-chão de um edifício onde funcionou o antigo Centro de Saúde. Para o presidente da Câmara de Foz Côa, João Paulo Sousa este é um investimento a pensar no bem-estar das pessoas, referindo ainda que a abertura deste Pólo do Hospital Terra Quente vem aumentar os serviços de saúde na região. Na cerimónia da assinatura do protocolo foi dito que 8 por cento dos utentes do Hospital, que tem sede em Mirandela, são de Foz Côa. O autarca destacou que os doentes do concelho passam a ter consultas mais perto da sua área de residência e acredita que uma grande parte das pessoas da região vai procurar esta nova oferta na área da saúde. João Paulo Sousa apenas ficou desolado quando foi informado pela ARS que Foz Côa não é um concelho prioritário para receber uma Unidade de Paliativos.

Já para o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Foz Côa, António Morgado, a assinatura deste protocolo vem trazer um conjunto de mais valias ao concelho, uma vez que, no futuro, podem surgir novas valências ou melhorar a oferta das actuais.

Quem também falou aos jornalistas foi o diretor do centro de  saúde de Foz Côa. José Girão também não tem dúvidas que a assinatura deste protocolo tripartido é muito positivo, até porque os doentes têm um serviço de proximidade.

No final da cerimónia, o presidente do Conselho de Administração do Hospital Terra Quente referiu que este Pólo pode ter uma resposta progressiva em função das necessidades das populações. Para já há uma oferta nos serviços de radiologia e consultas da especialidade. Manuel Lemos já fez contactos com vários médicos mas vai dar preferência a profissionais de saúde da região. O presidente do Conselho de Administração do Hospital Terra Quente prevê um investimento inicial entre os 600 e os 700 mil euros e aponta o final do primeiro semestre como data de inauguração. Já quanto ao facto de Foz Côa não ser uma cidade prioritária para receber uma Unidade de Cuidados Continuados ou Paliativos, Manuel Lemos referiu que ficou chocado com essa decisão mas acredita que dentro de 3 a 5 anos, essas valências vão ser uma realidade.

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