Ruis Reis em entrevista à Rádio F, acrescentou ainda que todo o interior do país deixa de ter uma estrutura governativa que conhecia de perto os problemas dos mais vulneráveis onde setor social atua. Ruis Reis considera que a decisão de retirar a Secretaria de Estado, que estava na Guarda e o desaparecimento da mesma, é como retirar um prémio alcançado fruto do bom trabalho desenvolvido no setor
Rui Reis diz que integrar o setor Social na Secretaria de Estado da Segurança Social é uma perda para o setor, para além de contribuir para um maior centralismo. O dirigente considera que esta é uma perda relevante para o setor, e refere que, a agora ex-governante, Rita Mendes, teve um papel preponderante nos últimos dois anos no apoio às IPSS.
O presidente da União distrital da IPSS entende que é necessário levantarem-se vozes contra esta a decisão política. Ruis Reis lembra que outras cidades do interior mantiveram estruturas semelhantes e que é do reconhecimento geral, dentro do sector, o trabalho que foi desenvolvido na agora, extinta Secretaria de Estado da Ação Social.
Recorde-se que a Secretaria de Estado da Ação Social, foi criada em 2019 e teve sede na Guarda, com a tutela de Rita Mendes sob a alçada do Ministério do Trabalho, da Solidariedade e Segurança Social, liderado por Ana Mendes Godinho, que mantém a mesma pasta no XVIII governo constitucional.


