A Câmara da Guarda já apresentou a imagem visual da candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027, que tem associada a frase “17 pontos que se ligam para abrir fronteiras” e que é uma alusão aos municípios envolvidos.
Para o vereador da Cultura na Câmara da Guarda, Vítor Amaral os 17 pontos da imagem é um sinal de associação em torno de um único objectivo. Na mesma sessão foi apresentada a Estrutura Geral Organizativa da Candidatura e o Conselho Geral. A antiga ministra Teresa Gouveia vai liderar a Comissão de Honra, e os 17 municípios da região ficam integrados no Conselho Geral, que será presidido por Carlos Chaves Monteiro e do qual também parte representantes das Universidades da Beira Interior e de Salamanca, do Instituto Politécnico da Guarda, da Associação Empresarial NERGA e da Diocese da Guarda.
Será também criada uma Equipa de Projecto que ficará na dependência directa do vereador da Cultura e que será liderada por um coordenador, a indicar em breve. Existirá ainda uma Comissão Estratégica que será presidida por Urbano Sidoncha, professor na Universidade da Beira Interior. O vereador, Vítor Amaral considera que a sessão da passada Sexta-feira foi importante para o novo arranque da candidatura. Vítor Amaral acrescenta que esta é uma candidatura do interior do país.
Já o presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro sublinhou a importância dos vários apoios, nomeadamente dos 17 municípios, das universidades e politécnico da Guarda, bem como da Diocese. O autarca acrescentou que tem que se fazer tudo para que o resultado possa ser alcançado.
O Parlamento Europeu aprovou a 13 de Junho de 2017 a lista dos Estados-membros que vão acolher as capitais europeias da Cultura entre 2020 e 2033 e que prevê que uma cidade portuguesa seja capital em 2027, juntamente com uma localidade da Letónia. (ouvir aqui)


