Sérgio Costa, que encabeça a candidatura independe “Pela Guarda” à autarquia da Guarda apelou ao voto útil, o candidato diz que a opção está entre alguém que conhece os caminhos das freguesias rurais e as ruas da cidade, ou um presidente que precisa de motorista para ir aos vários pontos do concelho por desconhecer o terreno

Foram declarações no discurso de Sérgio Costa durante a aprestação de todos os elementos que integraram a candidatura “Pela Guarda” aos diversos órgãos autárquicos. O candidato acrescentou que a Guarda precisa de um candidato que fale a verdade e que não minta aos guardenses. Sérgio Costa, num claro piscar de olhos ao eleitorado partidário, apelou ao voto útil.

Sobre as várias propostas apresentadas o candidato falou pela primeira vez no Hotel de Turismo. Exigiu a reversão do equipamento para o Municipio da Guarda uma vez que em nem o governo nem o atual presidente conseguiram resolver o problema, lançando consequentemente um concurso público para a concessão. Sobre a saúde, Sérgio Costa, exige o cumprimento da promessa que António Costa fez há dois anos na Guarda, executar a totalidade da 2ª fase do Hospital Sousa Martins. Ainda sobre a saúde, Sérgio Costa diz que o atual presidente de câmara desistiu de ter um hospital público de excelência na Guarda.

Sérgio Costa estranha ainda a pressa do atual autarca e candidato na cedência do antigo matadouro a um grupo económico, referindo que apenas tem como objetivo uma possível especulação imobiliária e a criação de um lar com uma clínica de exames de diagnóstico.

O candidato falou também da intenção da criação de um gabinete de apoio às freguesias sendo este sob a alçada do presidente.

Por fim, líder do movimento independente “Pela Guarda” deixou uma palavra de confiança aos funcionários da autarquia e referiu que quer ter uma governação mais próxima de todos colaboradores, reorganizando as chefias de topo no sentido de aproximar munícipes e trabalhadores ao poder que governa a autarquia.