O presidente da Câmara Municipal da Guarda, Carlos Chaves Monteiro, já anunciou que não autoriza a realização da Assembleia Municipal Extraordinária, que estava marcada para hoje no Teatro Municipal da Guarda.
O autarca justificou que enquanto durar este Estado de Calamidade não autoriza a utilização do TMG ou de qualquer espaço público para que se realizem assembleias municipais. A decisão motivou também um comunicado por parte da presidente da Assembleia Municipal que acusou Carlos Chaves Monteiro de ser autoritário e prepotente.
Contactado pela Rádio F, o autarca da Guarda diz que está a cumprir a lei e que tem pareceres das autoridades regional e nacional de saúde que terão transmitido que a realização desta Assembleia, viola o Estado de Calamidade decretado as leis que estão em vigor impedem a realização de reuniões.
Carlos Chaves Monteiro acrescenta que a presidente da Assembleia Municipal poderia ter optado por fazer a reunião por vídeo-conferência.
O autarca da Câmara da Guarda adianta que a presidente da Assembleia Municipal foi influenciada negativamente para fazer a reunião, uma vez que, na opinião de Carlos Chaves Monteiro, não estão reunidas as normas de segurança para a realização da reunião. Carlos Chaves Monteiro diz que a única opção que tinha era cancelar a assembleia municipal porque a lei não estava a ser respeitada. O autarca também considera que a reunião não era essencial e urgente.
Carlos Chaves Monteiro adianta ainda que com a decisão que tomou a lei foi cumprida e que a protecção das pessoas foi salvaguardada. O presidente da Câmara da Guarda a explicar os argumentos que o levaram a cancelar a Assembleia Municipal Extraordinária que estava marcada para esta tarde no TMG.


