Carlos Chaves Monteiro diz que a decisão de localizar esta infraestrutura nas antigas fábricas dos Tavares vai de encontro à vontade manifestada em Assembleia Municipal. O Presidente da Câmara diz que a operação envolve uma Financeira que adquire a posição da autarquia da Guarda, no negócio celebrado com o vendedor em 2001. Assim que ambas as partes chegarem a um acordo, a Câmara da Guarda é ressarcida em 1,9 Milhões de Euros (valor já pago pela autarquia) por parte do grupo financeiro. Logo que o Centro de Exposições Transfronteiriço estiver concluído o Município da Guarda passa à condição de arrendatário dessa Financeira.

Carlos Chaves Monteiro diz a construção do Multiusos é por conta do Grupo Financeiro, bem como a resolução do diferendo com o grupo Tavares e os custos de indemnizações inerentes. O autarca diz que o valor para construir o CET, que fica a cargo da Financeira, deverá rondar os 25 milhões de euros. Esta espécie de Parceria Públio Privada (PPP) prevê a requalificação de todo o espaço envolvente para além da construção do Centro de Exposições Transfronteiriço. O Presidente da Camara da Guarda diz que a autarquia ficará a pagar uma renda anual ao grupo financeiro assim que o equipamento esteja concluído, que será na ordem dos 800 mil euros por ano. Carlos Chaves Monteiro diz que o contrato vai ter uma duração de 25 anos. (ouvir aqui)

 

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