O líder da concelhia da JSD, Tiago Gomes, refere que a estrutura que dirige não teve qualquer papel, (nem o deve ter) na contratação de Ângelo Videira pela autarquia da Guarda

 Continua a polémica em torno do ajuste direto feito pela autarquia ao candidato derrotado à JSD distrital, Ângelo Videira. Carlos Chaves Monteiro disse que a escolha desse nome para elaborar projetos Erasmus, foi em «consonância» com a estrutura local da JSD. Ora, o líder da Jota da Guarda, diz que esta estrutura partidária da JSD não teve qualquer interferência na escolha de Ângelo Videira. «Essa função é uma premissa exclusiva da autarquia», refere o líder partidário.

Tiago Gomes diz que o trabalho político da JSD local é apresentar propostas e ideias para a autarquia desenvolver em prol dos jovens, e reafirma, que nunca foram indicados nomes para assumir funções na câmara da Guarda. O líder da JSD da Guarda recusa qualquer ligação de Boyismo, que recaia sobre estrutura que dirige. Tiago Gomes reafirma que não indicou nenhum nome, para qualquer lugar. Tiago Gomes quer acreditar que o presidente da Câmara da Guarda estaria a referir-se ao trabalho que a Jota desenvolve na aprestação à autarquia de iniciativas destinadas aos jovens.

Ainda assim o presidente da JSD local, já manifestou o seu desagrado junto do autarca da Guarda, pelas declarações que foram proferidas.