Das 16 existentes foram agora alocadas oito para doentes “Não COVID”, já em enfermaria das 104 camas inicialmente abertas, foram reduzidas para 42, referiu o presidente do Conselho de Administração da ULS da Guarda, João Barranca. O administrador salvaguarda ainda que a todo momento e conforme o evoluir da situação pandémica na região, o número de camas pode voltar a ser redimensionado. A redução do número de camas também se prende com a intenção de realizar obras de melhoramento, no sentido de melhor alocar doentes COVID e “Não COVID”. Esta intervenção tem um custo estimado de 183 mil euros e João Barranca diz que esta intervenção vai permitir uma melhor coabitação entre doentes infetados com SarsCov2 e doentes com outras patologias.

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