Da proposta inicial, apresentada na passada Sexta-feira, que não chegou a ir aprovação, foram retiradas 16 das 39 competências.
O documento, que foi apresentado pelo vereador do PS, Luís Couto, recolheu o voto a favor do restante executivo. As propostas foram analisadas uma a uma, na presença de todos os chefes de divisão. No final do encontro e à conversa com os jornalistas, o vereador eleito pelo Partido Socialista, mostrou-se satisfeito pelo consenso alcançado. Luís Couto acrescenta que a proposta do PS foi apreciada pelo restante executivo, incluindo o PSD.
Já o vereador do PSD, Carlos Chaves Monteiro salientou que foram delegadas cerca de 15 competências que foram consensuais. Carlos Chaves Monteiro reconheceu que o PSD entendeu, numa primeira fase, que poderiam haver seis competências que não fossem delegadas mas que foi fácil chegar a um acordo.
Também no final da reunião, o presidente do Município, Sérgio Costa, lembrou que tinha pedido um documento para ser analisado e que apenas o vereador do PS fez o trabalho de casa. Sérgio Costa diz que a reunião contou também com a experiência dos chefes de divisão nesta questão das competências. O autarca lembrou que se a questão não fosse votada favoravelmente, havia várias actividades em causa, tais como o pagamento de horas extra aos funcionários, o Natal e Ano Novo e a actividade normal da BMEL, do TMG e do Museu. Também a instalação de uma empresa na Guarda e que vai criar algumas dezenas de postos de trabalho, teria de esperar mais cerca de duas semanas. Sérgio Costa lamentou que o PSD tenha inicialmente inviabilizado cerca de 6 competências, que iriam colocar em causa várias actividades.


