O presidente da câmara da Guarda explicou, que do valor apresentado, 2,1 Milhões transitam da receita, proveniente de projetos cofinanciados. Este valor vai servir para reforçar entre outras rubricas, os passadiços do Mondego e intervenções no parque escolar Municipal. Assim o orçamento para este ano da câmara da Guarda, passa a ser de 61,8 Milhões de euros.
Já o vereador do PSD, mas sem pelouros, discorda de algumas opções no reforço de verbas. Exemplifica com o valor previsto para aquisição de viaturas, este, diz Sérgio Costa, é superior ao que está previsto para medidas de mitigação COVID. Sérgio Costa considera que o valor que se destina a reforçar a rubrica dos passadiços do Mondego é baixo, e que há um valor de 5 milhões de euros sem qualquer definição. O Social Democrata lamenta a falta de verbas para a requalificação de parques infantis do concelho e uma ausência de reforço de dinheiro para a variante dos F´s. Sérgio Costa lamenta ainda a falta de apoio direto às empresas do concelho, tal como acontece noutros municípios da dimensão do da Guarda. Apesar de todas estas críticas o vereador votou a favor desta alteração. Mas deixou uma farpa política a Carlos Chaves Monteiro, referindo que as promessas feitas aos autarcas de freguesia em dezembro, quase que parecem ter sido promessas, para agradar a determinadas cúpulas partidárias.
Já os vereadores do PS votaram contra, Ana Correria diz que falta saber quais os projetos financiados por fundos comunitários para a utilização da verba de 2,5 Milhões de Euros. Ana Correia diz ainda, que esta alteração orçamental fica muito aquém das reais necessidades do concelho A vereadora diz que estas dotações só demonstram a incapacidade de planeamento deste executivo.


