PS e PSD questionaram a maioria sobre para quando obras de regeneração urbana, principalmente nas habitações que o Município adquiriu nos últimos anos.

Da parte do Partido Socialista, o vereador, António Monteirinho, sustentou que a Câmara não pode ter propostas antigas para problemas atuais e recordou que o PS apresentou, na campanha para as eleições autárquicas, soluções para resolver esta questão do centro histórico da Guarda.

O socialista acrescentou ainda que a Câmara é proprietária de habitações degradadas no centro histórico e é da opinião de que, no final deste mandato, os problemas vão continuar a existir.

Já o vereador do PSD, João Prata, considerou que a Comunidade Intermunicipal da Região das Beiras e Serra da Estrela poderá ter um papel relevante na questão da recuperação dos centros históricos. O social democrata considera que é importante recuperar habitações, mas que não é o suficiente. João Prata chamou ainda a atenção para as infiltrações na Sé Catedral.

Na resposta aos vereadores, o presidente da Câmara da Guarda lembrou que a campanha eleitoral já chegou ao fim e que o Município tem um projeto, que já foi apresentado, para o centro histórico. Quanto às propostas do PS, Sérgio Costa deu a entender que não fazem sentido e que estão carregadas de demagogia.

O autarca reiterou a vontade de candidatar o centro histórico a património mundial.

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