O deputado do PSD, Carlos Peixoto, visitou a Escola Secundária da Sé no âmbito no arranque do ano letivo e no final mostrou-se cético e referiu, que só com sorte e ajuda divina é que se poderá evitar uma eventual propagação da COVID-19

O deputado do PSD, Carlos Peixoto e o líder da distrital do Social Democratas da Guarda, saíram céticos da visita que fizeram à escola secundaria da Sé no âmbito do início do ano letivo sobre as medidas que estão a ser implementadas para prevenir contágios por COVID-19. E o motivo parece ser a problemática de garantir as distâncias de segurança e ajuntamentos de alunos nas aulas por falta de mais professores. O agrupamento de Escolas da Sé parece ter feito tudo o que está ao seu alcance para mitigar este problema, mas as condições da infraestruturas não permite implementar as regras emanadas pela DGS, nomeadamente no distanciamento social, referiu o deputado. Carlos Peixoto defende que a solução poderia passar por um regime misto, com aulas presencias e em telescola. O deputado da nação antevê que algo vai correr mal e só com muita sorte e ajuda divina é que se poderá evitar o pior. Já o líder dos Social Democratas no distrito, diz que as orientações emanadas pela DGS e pelo Ministério da Educação dificilmente se conseguem implementar, é como colocar a “Sé na Igreja da Misericórdia”, diz Carlos Condesso.

O diretor do Agrupamento de Escolas da Sé reconhece as dificuldades em manter o distanciamento social e implementar o desfasamento de horários por falta de professores, uma vez que estes lecionam nas três escolas do agrupamento. David Gonçalves mostra-se cético na garantia do distanciamento social, apesar das medidas que foram implementadas.

Quem também marcou presença nesta visita, foi o Presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro que colocou alguma água na fervura, dizendo que as medidas podem e devem ser alteradas com o evoluir da situação.