A Câmara da Guarda pretende ter mais vigilância na Rua do Comércio, especialmente durante a noite, mas a pretensão parece esbarrar com uma nova lei que saiu em Setembro do ano passado e que refere que só pode haver vigilância em espaços delimitados do ponto de vista físico, o que também vai ter implicações na segurança no parque municipal e no parque urbano. A vídeo vigilância pode passar a ser a única solução mas, o presidente do Município, Carlos Chaves Monteiro ainda está à espera de pareceres por parte das entidades competentes, uma vez que pode haver, apenas vigilância para os equipamentos de mobiliário urbano que estão naquela artéria do centro histórico da cidade. A lei pode provocar alterações à segurança humana que existe no parque municipal e no parque urbano do Rio Diz. Como os espaços não são delimitados do ponto de vista físico, ou por outras palavras, não têm gradeamento à volta, a solução pode passar pela colocação de câmaras de videovigilância. O presidente da Câmara da Guarda diz que mesmo no caso do Parque Municipal é possível instalar câmaras de vídeo vigilância.
Uma nova lei a respeito de vigilância em espaço público pode ter implicações na segurança no parque municipal e no parque urbano do Rio Diz e também no reforço de segurança que a Câmara pretendia implementar na Rua do Comércio para tentar colocar um ponto final no vandalismo que existe, sobretudo aos fins-de-semana. O Município já pediu vários pareceres às entidades competentes para saber de que forma é que pode haver vigilância nestes espaços da cidade. (ouvir aqui)


