As trabalhadoras reivindicam dois meses de salários e dizem que estão fartas de promessas.
Para o sindicalista, Paulo Ferreira, esta é uma situação recorrente e acrescentou que a empresa para evitar a greve, deu um dia de férias às funcionárias.
O sindicalista refere que a empresa lhe transmitiu que não tem verbas para pagar os salários, mas pede às funcionárias para não deixarem de trabalhar.
Paulo Ferreira considera que a situação está no limite e que das 130 trabalhadoras, metade apresentou uma baixa médica.
A Rádio F falou com Sónia Silva, que se sente agastada e que só pede para receber os dois meses de salários a que tem direito.
Já Cátia Augusto é uma ex-funcionária que não entende as razões porque foi despedida há pouco mais de um ano e conta que já nessa altura os vencimentos nunca eram pagos a tempo e horas.
A empresa labora na Guarda há cerca de 5 anos.


