IMI, Derrama, Participação Variável no IRS e Taxa de Direitos de Passagem não sofrem alterações. No Imposto Municipal sobre Imóveis o valor mantém-se nos 0,375%, valor que se situa entre os 0,3% e os 0,45%, intervalo em que as autarquias podem deliberar a fixação da percentagem. A majoração do desconto do IMI Familiar mantém-se e a novidade chega com a taxação máxima a edifícios devolutos ou em ruína, referiu o Presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa. O autarca deixa prever que em 2027 possa haver mexidas na taxa do IMI, mas não assume qualquer compromisso. Quanto às restantes taxas e a componente variável do IRS, não há mexidas em 2026. Em matéria de IMI a oposição votou em bloco contra.
O vereador do PSD, João Prata considerou que havia condições para baixar a taxa em 0,005% e que se trataria de um sinal positivo para quem quer construir ou que já tem casa no concelho.
Já para o Vereador do PS, António Monteirinho diz que a falta de uma redução nos impostos é uma má noticia para os Guardardes e avisa, que ficou no ar a possibilidade de um aumento na taxa de resíduos sólidos, valor esse que se reflete na fatura da água.
Na resposta ao vereador do PSD, o Presidente da Câmara da Guarda acusa-o de incongruência e falta de responsabilidade e diz que não há suporte de dados económicos que sustem a proposta que submeteu. Sobre a alegada subida da taxa de resíduos sólidos, referida pelo vereador do PS, Sérgio Costa disse que há o aumento natural da inflação e que o valor que a entidade em alta cobrar ao município, o mesmo será refletido ao consumidor.


