O documento agora fechado e levado à reunião de executivo mostrou que esta gestão «tem nota bem acima da média», e que «está no caminho certo», sublinhou Sérgio Costa, e acrescentou, que fruto deste rigor, vai ser possível potenciar os investimentos previstos para este ano. Facto disso, diz o autarca é o resultado líquido do exercício que diminui de 1,2 milhões de euros negativos para 130 mil euros negativos.3 Outro dado que o autarca destacou foi o prazo médio de pagamentos a fornecedores que diminuiu para 17 dias. Fruto dos bons resultados, diz Sérgio Costa, a capacidade de endividamento da autarquia subiu 20%. Quanto à taxa de execução do orçamento de 2022, situou-se nos 62% em alinhamento com os anos anteriores, sublinhou o autarca.
No plano político o documento foi viabilizado com a abstenção da oposição, com o PS, pela voz do vereador Luís Couto, a criticar a «falta de investimento que é evidenciado nas contas». Na resposta, o autarca diz que o PS «só está falar mal por falar mal», e que se deve «render às evidencias». Sérgio Costa lembrou ainda as fracas taxas de execução quando o Partido Socialista era poder na autarquia.
Quanto ao PSD, o vereador Chaves Monteiro deixa entender que o voto de abstenção vai no sentido de esperar mais um ano para demonstrar que a estratégia que está a ser seguida «não será compatível com o desenvolvimento que se espera para a Guarda». Quanto a alguns indicadores apresentados, o vereador Social Democratas diz que são em grande parte, fruto do trabalho que vem de trás. Com estas declarações o presidente da câmara mostrou-se estupefacto e diz mesmo que são de «bradar aos céus». No entanto diz que esta foi a forma que os vereadores do PSD encontraram para elogiar esta «melhoria colossal dos indicadores».
O documento segue agora para a Assembleia Municipal onde será discutido e votado pelos deputados municipais


