A variante da rotunda dos F´s à VICEG, gerou uma troca de argumentos na reunião do executivo entre Sérgio Costa e Carlos Monteiro, depois do vereador mostrar novamente disponibilidade para ajudar no processo, tendo sido este apoio recusado novamente pelo presidente

Foi na altura em que se votava do ponto 7 da ordem de trabalhos, relativamente ao plano de pormenor do Cabroeiro, documento essencial para avançar com a variante de acesso da rotunda da Ti Jaquina à VICEG. O Vereador Sérgio Costa manifestou vontade em ajudar o município com intuito de acelerar este processo. O vereador diz que deixou o projeto da variante dos F’s à VICEG, pronto em Fevereiro e já em Março, o plano de pormenor do Cabroeiro deu entrada no município da Guarda. O Social-democrata refere que há muita coisa que pode ser feita para o processo ser mais célere, daí mostrar a sua disponibilidade para ajudar. Sérgio Costa diz que tem uma larga experiência nesta matéria e relembra que no passado recente, conseguiu o parecer positivo para a construção dos Passadiços do Mondego. O vereador Social democrata diz que este processo é complexo e pode levar tempo a ser desbloqueado nas entidades que emitem os pareceres e entende que pode ser útil para encurtar o prazo de início da obra. Sérgio Costa até diz que constantemente recebe contatos por parte do município da Guarda, com questões relacionadas com a autarquia, daí reforçar a disponibilidade para ajudar neste processo.

Já o presidente da Câmara da Guarda referiu que o atraso no plano de pormenor do Cabroeiro deveu-se à impossibilidade de contatar os proprietários por causa da Pandemia. Na resposta a Sérgio Costa, Carlos Chaves Monteiro diz que o vereador apenas se move por interesse pessoal e que no passado teve a oportunidade de defender a causa pública. O presidente da Câmara da Guarda acusa Sérgio Costa de adulterar a realidade sobre este processo para a construção da variante dos F’s e acrescenta, que os pareces não foram devidamente salvaguardados num passado recente. Quanto à disponibilidade mostrada por Sérgio Costa, Carlos Chaves Monteiro não compreende como é que agora pode ajudar se quando o vereador tinha este pelouro o processo não andou para frente. Carlos Chaves Monteiro, não avança com um timmig para o inicio da obra até que todas as premissas estejam concluídas, nomeadamente o parecer ambiental, o plano de pormenor do cabroeiro e o acordo com 6 proprietários de terrenos.