O capitão Valente era assim que era conhecido e foi o principal impulsionador da revolução dos cravos na Guarda. Em 1974 comandou um batalhão para fazer a defesa da fronteira em Vilar Formoso e foi ele que deu a ordem de prisão às patentes mais altas que na altura comandavam os militares que estavam sediados no Quartel Militar na Guarda. Na Rádio F, António Barbosa, oficial à época, defende uma homenagem a este capitão de Arbil, que entretanto desapareceu em 2012. Também José Veiga, camarada de armas à época é defensor de uma homenagem aos homens que estiveram revolução de Abril na Guarda, com natural enfase ao Capitão Valente. Ambos os militares de abril são unanimes, o capitão Valente era um verdadeiro líder.

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