Para já foi dada a luz verde para a assinatura de um protocolo com a PSP que tem como objetivo a instalação e utilização de um sistema que ficará sob a monitorização desta polícia. Antes, será necessário fazer o respetivo licenciamento, elaborar o projeto e encontrar financiamento, disse o Presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa. A perspectiva é que a videovigilância em algumas artérias da cidade seja uma realidade em 2026.

Quantos aos locais da instalação das câmaras, Sérgio Costa explica, que vão ser definidos entre a autarquia, a comunidade e a PSP.

Este assunto foi levado à última reunião de câmara tendo sido votado favoravelmente por todo o executivo. António Monteirinho, vereador em substituição do PS, nada opôs a esta proposta, mas gostaria de ficar já a conhecer os montantes do investimento do projeto e os encargos que o município vai ter que suportar este sistema de videovigilância.

Confrontado com estas declarações, o Presidente da Câmara da Guarda, lamenta o desconhecimento que o vereador em substituição do PS revela nesta matéria, mas mostra-se disponível para «lhe explicar» como todo o processo se vai desenrolar.

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