Na fase de maior empenhamento, conhecida como Fase Delta, vão estar em alerta 847 operacionais distribuídos por 224 equipas. Já a partir de amanhã estarão destacados 399 elementos de 81 equipas e durante o mês de junho serão 152 equipas e um total de 689 operacionais.
O dispositivo engloba maioritariamente bombeiros das várias corporações da região, a Força Especial da Proteção Civil, a Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, elementos do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e da AFOCELCA (empresa privada com dispositivo próprio), que terão o apoio de quatro meios aéreos para o ataque inicial, aos quais se juntará um helicóptero da AFOCELCA.
Os números foram apresentados pelo segundo-comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região das Beiras e Serra da Estrela, João Rodrigues.
O segundo-comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região das Beiras e Serra da Estrela considera que, de acordo com o histórico dos últimos anos, os meios são os necessários e que o dispositivo está preparado para incêndios de grandes dimensões.
João Rodrigues frisou que o grande objectivo é a salvaguarda da vida humana e dos bens. Entretanto continua a decorrer a fase de limpeza dos terrenos. O segundo-comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região das Beiras e Serra da Estrela referiu que a GNR continua no terreno a realizar acções de sensibilização e fiscalização junto da comunidade.
Na parte final da apresentação do dispositivo, o presidente da CIM das Regiões das Beiras e Serra da Estrela, Luís Tadeu também frisou a importância da limpeza dos terrenos. Luís Tadeu acrescentou as câmaras municipais não se podem substituir aos proprietários porque não tem meios adequados nem recursos humanos para o efeito.
Já quanto aos meios envolvidos no dispositivo, o presidente da CIM considera que são os suficientes e espera uma época calma sem prejuízos.


