A prova, organizada pela Associação de Municípios da Cova da Beira e pela Agência Regional de Energia e Ambiente do Interior – ENERAREA, tem 3 etapas. A primeira liga a Meda a Fornos de Algodres, naquela que será a tirada mais longa da competição, com 191,8 quilómetros. O pelotão vai passar por Pinhel, Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida e Celorico da Beira.
A segunda etapa liga o Sabugal ao Fundão, num percurso com 174,7 quilómetros e com passagens por Sortelha, Belmonte, Penamacor, Castelo Novo e Alpedrinha.
A etapa rainha, no domingo, dia 24, vai ligar Gouveia à Guarda e será decisiva para as contas finais, uma vez que inclui a subida à Torre, na Serra da Estrela, seguida de um final técnico na cidade da Guarda, junto ao Jardim José de Lemos.
A edição de 2026 reúne 20 equipas em representação de 7 países, nomeadamente Portugal, Espanha, Colômbia, Argélia, Roménia, Kosovo e Emirados Árabes Unidos, incluindo formações de topo do ranking da UCI.
A prova de Ciclismo, que junta 16 municípios, foi apresentada no castelo de Belmonte.
O presidente do Conselho Diretivo da Associação de Municípios da Cova da Beira, Miguel Gavinhos, destacou a qualidade desta competição e a riqueza ímpar que o território tem para receber este tipo de modalidade desportiva.
O autarca sublinhou ainda o retorno financeiro que o Grande Prémio oferece aos municípios envolvidos nesta competição. Quanto aos custos, Miguel Gavinhos referiu que deverão rondar os 700 mil euros e que grande parte das despesas é suportada pelas autarquias.
Quem também esteve presente na apresentação do evento foi o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo. Cândido Barbosa também realçou as qualidades do território e acrescentou que é importante captar jovens para a modalidade.


