Armando Reis pediu a demissão do cargo de presidente da Assembleia-geral da Casa do Benfica na Guarda. O anúncio foi feito, na noite de sexta-feira, no final da assembleia-geral que tinha como pontos da ordem de trabalhos a apresentação do plano de actividades e do orçamento para 2018 e outros assuntos relacionados com a colectividade.

Sem prestar declarações gravadas, Armando Reis justificou a decisão com o facto de e passo a citar “discordar da gestão, muitas vezes, unipessoal do presidente da Casa do Benfica, imprimidas pelo próprio e incompatíveis com decisões que têm de ser colegiais”.

Esta tomada de posição de Armando Reis pode fazer cair os órgãos sociais e provocar eleições antecipadas, uma vez que o vice-presidente da Assembleia Geral, que não esteve presente, ainda não se terá pronunciado se assumirá ou não a liderança do cargo deixado em aberto até ao final deste mandato.

Quem reagiu a esta demissão foi o presidente da Casa. Armando Gomes diz que ficou surpreendido com a decisão de Armando Reis e adiantou que não entendeu as justificações de Armando Reis, uma vez que nunca houve reuniões entre o presidente da assembleia-geral e a direção.

Com esta demissão de Armando Reis, podem cair os órgãos sociais e haverá eleições antecipadas. Armando Gomes admite apresentar uma lista.

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