O documento foi discutido e votado com os vários grupos municipais a esgrimirem argumentos políticos. Do lado do PG, António Oliveira, fala de um orçamento bem conseguido e ambicioso, que aposta no investimento e promove atividades económico-sociais e alinhado com as verbas de fundos comunitários.
Do lado do PS, Miguel Borges fala de um orçamento que em vez de resolver lacunas graves no concelho é eleitoralista e despesista.
Já Ricardo Neves de Sousa, do PSD, diz que este documento deveria ter sido apresentado em inicio de mandato e que agora é irrealista para resto deste mandato autárquico.
Também a deputada do Bloco de Esquerda, lamentou a ausência de uma discussão plural sobre o documento apresentado, daí, diz Beatriz Realinho, optar por não apresentar qualquer proposta.
Os deputados do PG votaram favoravelmente o orçamento, Bloco de Esquerda, CDS, Chega e PSD abstiveram-se, já o PS e um deputado Social Democrata votou contra. Quando aos presidentes de junta de freguesia, votaram maioritariamente a favor tendo-se registado algumas abstenções.

