O novo órgão de tubos da Sé da Guarda deverá ser uma realidade em novembro de 2023 e terá um custo total de quase 1 milhão de euros

Foi na Catedral da Guarda que foi adjudicado trabalho de construção do órgão de tubos para a Sé, que será elaborado por um organeiro francês há muito radicado em Espanha. Foram várias as entidades presentes nesta cerimónia entre elas, o presidente camara da Guarda que destacou a importância de voltar a dotar a Sé com um órgão de tubos, Sérgio Costa disse que este investimento contribuirá para atrair mais gente à Guarda e terá o devido retorno.

Sérgio Costa disse ainda que a Câmara da Guarda vai ajudar a financiar a construção do órgão de tubos para a Sé e desafiou os restantes autarcas que pertencem à diocese da Guarda a juntarem-se a este esforço financeiro. O custo será suportado em parte por fundos comunitários, mas a Diocese da Guarda assumiu o encargo de 200 mil euros. Dom Manuel Felício, disse que são bem vindos todos os apoios financeiros que possam surgir. O Bispo da Diocese da Guarda espera que em novembro de 2023 a Sé volte a ter um órgão de tubos.

A candidatura a fundos europeus foi submetida ao programa Centro 2020, através da CCDR Centro e a dirigente deste organismo, Isabel Damasceno, disse que é da mais elementar justiça a Sé da Guarda voltar a ter um órgão de tubos semelhante aquele que já ostentou no passado.

Coube à diretora regional da cultura do centro pormenorizar este investimento e falar sobre o órgão de tubos. Suzana Menezes começou por dizer que o projeto do novo órgão de tubos para a Sé, foi feito em consonância com as exigências da Diocese da Guarda, que suportará uma verba de 200 mil euros. O investimento total, que inclui a colocação do órgão de tubos na Sé é de 930 mil euros, e tem um cofinanciamento de fundos comunitários de 750 mil euros. O restante valor será suportado pelas várias entidades envolvidas neste processo.