E a justificação dada por Carlos Chaves Monteiro é que nada se alterou, não tendo sido apresentada nenhuma nova proposta por parte da entidade que gere o fornecimento de água em alta.
O presidente da câmara da Guarda diz que a proposta que está em cima da mesa é uma redução de 30% no valor dos juros, a qual não agrada ao autarca e para já, o processo vai continuar nos corredores da justiça. O autarca defende que não haja lugar ao pagamento de qualquer juro.
Carlos Chaves Monteiro diz que a proposta atual não resolve os problemas da autarquia da Guarda, e que o acordo tem que ser benéfico para ambas as partes.
Segundo Carlos Chaves Monteiro, a Águas do Vale do Tejo reclama um valor de divida na ordem dos 30 milhões de euros, mas o autarca admite um acordo se o valor reclamado for ao encontro daquele que o Município reconhece, que ronda os 20 milhões de euros.


