O eurodeputado Álvaro Amaro defende uma dotação financeira específica dos fundos europeus, para territórios de Baixa densidade

Álvaro Amaro entende que tem que haver uma dotação financeira especifica para os territórios de Baixa densidade, fruto dos apoios vindos da União Europeia. O eurodeputado lembra que o desenvolvimento do interior do país, sempre foi uma preocupação sua, e que o poder autárquico só por si, não consegue resolver o problema estrutural dos territórios de baixa densidade. Álvaro Amaro lembra que o apoio extraordinário da União Europeia ao nosso país pode chegar aos 15,5 mil milhões de euros, a juntar ao valor já definido do próximo quadro comunitário. Verbas que podem alavancar a economia do interior, tal como recorda o ex-autarca da Guarda. O eurodeputado considera que este valor pode ser uma oportunidade única para o desenvolvimento do interior.

Álvaro Amaro entende que dos 15,5 mil milhões de euros que a União Europeia deverá canalizar para Portugal, o governo deve definir uma fatia só para programas destinados a territórios de baixa densidade. O eurodeputado diz ainda que agora é preciso definir um plano a longo prazo, Álvaro Amaro diz que a radiografia já foi feita, aquando do surgimento do “Movimento pelo Interior” Agora, Álvaro Amaro defende que deve ser feito um pacto específico só para as regiões do interior, sem que haja uma espécie de concorrência com os territórios do litoral.

Quanto ao valor da fatia a definir, Álvaro Amaro não quer quantificar, mas frisa que o interior não pode competir diretamente com comunidades do litoral.

O Eurodeputado Álvaro Amaro propõe a criação de um Pacto para os Territórios de Baixa Densidade, a ideia é atribuir um valor dos 15,5 mil milhões de euros que a UE deverá canalizar para Portugal para ajudar a economia, face à Pandemia COVID-19.