A justificação foi avançada pelo presidente da Câmara da Guarda na reunião do executivo. Sérgio Costa acrescentou que alguém tentou enganar o Município, o que levou a autarquia a avançar com um processo crime.
O assunto foi levantado porque foi aprovada, com a abstenção os vereadores do PSD, uma proposta de trabalhos complementares. O social democrata, João Prata, estranhou a proposta, uma vez que a obra está praticamente no início.
Na resposta, o presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa referiu que o vereador do PSD tem falta de conhecimento sobre o assunto e acrescentou que a obra está atrasada devido a uma providência cautelar. Entretanto, o Município levantou um processo crime a quem tentou enganar a autarquia. O edil adiantou que os trabalhos complementares são de cerca de 20 mil euros. Sobre o processo em tribunal, Sérgio Costa entendeu não adiantar mais pormenores.
Quanto aos problemas encontrados no Bairro da Fraternidade, o autarca informou que foram encontrados muitos resíduos no local.


