Henrique Fernandes, oftalmologista no Hospital da Guarda, é acusado de abuso de poder por alegadamente favorecer utentes que pagaram consultas nas suas clínicas particulares para passarem à frente na lista de espera pública.

A notícia foi avançada pelo Jornal de Notícias (JN) na passada semana. O Ministério Público sustenta que, entre 2020 e 2024, o especialista terá facilitado o acesso a consultas e exames no Serviço Nacional de Saúde (SNS) a doentes que já tinha atendido anteriormente no privado, permitindo que estes «furassem» uma lista de espera que, no final de 2021, contava com 1754 pessoas, diz o diário nacional. Segundo a decisão instrutória citada pelo JN, o clínico quase não atendia utentes da lista de espera pública, privilegiando aqueles que pagavam as suas consultas particulares em clínicas na Guarda, Seia e Meda. Em declarações ao JN, Henrique Fernandes nega as acusações e garante que continuará a aplicar o mesmo procedimento, e mostra-se convicto da sua absolvição em sede de Julgamento.

Contactado pela Rádio F, Henrique Fernandes não quis prestar declarações gravadas, mas fez questão de frisar que este, não é o único processo em que está a ser acusado e rematou, referindo que estes (processos) e outros que tem, ou venha a ter, terão o mesmo destino final  que é «Morrerem de Morte Matada»

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