Como já tinha sido anunciado, o socialista renunciou ao mandato, uma vez que não seria solução em 2021 e porque não quer atrapalhar as escolhas do partido. No final da última reunião do executivo, Eduardo Brito deixou mensagens internas, falou do futuro e voltou a reforçar que o PS tem todas as oportunidades para recuperar a Câmara da Guarda em 2021. O socialista justifica que o PS está a crescer e que a maioria dá sinais de esgotamento.
Eduardo Brito acrescenta que a maioria que governa a Câmara da Guarda perdeu o criador, referindo-se a Álvaro Amaro. Para Eduardo Brito será uma surpresa se o PS não vencer as autárquicas na Guarda em 2021. O socialista diz que há boas soluções dentro do partido.
Numa clara mensagem para o interior do partido, Eduardo Brito acrescentou que é um erro adiar a escolha do candidato em 2021. O ex-vereador falou também dos problemas internos do partido, nomeadamente com as demissões dos presidentes da distrital e da concelhia. Eduardo Brito desvaloriza e disse que são situações fáceis de ultrapassar. No entanto, admite que o cenário seria mais animador se não tivessem surgido essas demissões.
Eduardo Brito chegou à Guarda em 2017. O socialista diz que ser candidato e vereador na autarquia da cidade foi o ponto alto da carreira política. Eduardo Brito foi candidato pelo PS em 2017, altura em que o partido sofreu, na Guarda, a maior derrota de sempre numas eleições autárquicas. O socialista disse que não está arrependido e até citou o social-democrata Francisco Sá Carneiro.
Eduardo Brito renunciou ao cargo de vereador na Câmara da Guarda. Na primeira sessão de 2020, Ana Cristina Correia e Manuel Simões serão os rostos da oposição. (ouvir aqui)


