Esta é uma situação recorrente e volta a repetir-se este ano, e o facto deve-se essencialmente à falta de médicos e ao período de férias dos mesmos, como referiu no Bilateral da Rádio F, António Luís Serra, diretor clínico para os cuidados de saúde primários da ULS da Guarda.

António Luís Serra diz que vai haver turnos em alguns SAP´s, que não vão poder ser cumpridos e rejeita qualquer intenção de encerramento destes serviços. O problema reside mesmo na escassez de médicos e agrava-se neste período. O diretor clínico para os cuidados de saúde primários da ULS da Guarda, refere que as situações mais dramáticas acontecem essencialmente em Pinhel, Trancoso e Celorico da Beira.

António Luís Serra disse ainda que no último concurso solicitou 20 vagas para médicos de medicina geral e familiar, mas só foram atribuídas 3, mas o problema não reside no número de vagas abertas, o difícil é que elas sejam preenchidas. Os diretor clínico avançou ainda que paralelamente já conseguiu garantir mais 4 médicos, para além das vagas que estão a concurso. António Luís Serra deixa ainda críticas aos critérios para a colocação de médicos. O diretor clínico não o compreende o fato das três vagas abertas serem todas para a USF da Ribeirinha. O médico diz que vai tentar rentabilizar estes escassos recursos clínicos que vêm para a ULS da Guarda.

Foto: Rádio Elmo

O website da Rádio F utiliza cookies para melhorar e personalizar a sua experiência de navegação. Ao continuar a navegar está a consentir a utilização de cookies mais informação

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close