Carlos Chaves Monteiro fez o balanço da sua governação à frente da câmara da Guarda e diz, que o seu mandato fica marcado por «um contexto de conflitualidade política» e que quem a promoveu «deve estar satisfeito» uma vez que ganhou as eleições

O ainda autarca disse ainda, que apesar das várias contrariedades, a equipa que liderou cumpriu com os objetivos levando a cabo «a dolorosa obra que se havia iniciado em 2013». Chaves Monteiro falou de projetos e contas e disse que a dívida da autarquia atualmente é de 11 milhões de euros. O autarca em funções diz que este valor é referente a médio e longo prazo e que há 29 milhões de euros de valor provisionado, onde se inclui a divida da água à empresa Águas do Vale do Tejo. Já nos cofres da autarquia, Chaves Monteiro, refere que deixa 9 milhões de euros. O autarca em funções diz que as contas que agora apresenta são fundamentadas com os dados disponíveis na autarquia e rejeita que os valores por si apresentados venham a ser questionados.

Carlos Chaves Monteiro falou ainda de obras e projetos que estão a decorrer bem com outros que propôs enquanto candidato. Questionado sobre se isto não seria uma forma de condicionar no novo elenco governativo liderado por Sérgio Costa, o ainda presidente refutou essa ideia.

O presidente em exercício diz que vai transmitir a Sérgio Costa na próxima quarta feira estes dossiers, que agora deu a conhecer aos jornalistas.

Carlos Chaves Monteiro falou ainda do seu futuro político referindo que vai assumir o lugar de vereador da oposição, no entanto não esclarece se vai cumprir o mandato até ao fim. Uma nova candidatura à câmara da Guarda daqui a 4 anos é um cenário que atualmente está fora de questão, disse Chaves Monteiro.