Entre as várias irregularidades apontadas, uma delas prende-se com os prazos para a criação de uma empresa denominada Transportes Urbanos da Guarda e a apresentação de uma conta na Caixa Geral de Depósitos, que segundo José Freire, administrador da empresa contestante, o Municipio da Guarda é titular juntamente com a empresa vencedora. José Freire considera muito estranho que tenha sido apresentada uma conta conjunta entre a Câmara da Guarda e a TRN, empresa que venceu o concurso internacional, quando o caderno de encargos nada dizia sobre isso. Outra dos argumentos do administrador da “EncostaTour” é falta de entrega de documentos dentro dos prazos estabelecidos.
O contestante diz que os documentos teriam que ser carregados na plataforma até 19 de janeiro, e que um deles até é a falta do Alvará de Transportes emitido pelo IMT. José Freire fala mesmo em alegada conivência entre partes. José Freire pede assim o afastamento da empresa que ficou em 1º lugar neste concurso internacional.
Recorrer ao Tribunal de Contas e à Justiça para denunciar estas alegadas irregularidades está em cima da mesa, diz o administrador da empresa que ficou em segundo lugar. Para já, seguiu uma contestação ao júri deste concurso público, tendo sido dado conhecimento ao Presidente da Câmara da Guarda a todos os vereadores do executivo camarário.


