A greve nacional dos professores chega hoje à região centro do país. Em cima da mesa está a falta de consenso sobre a contagem de todo o tempo de serviço, no processo de descongelamento das carreiras da Função Pública.

A tutela admite descongelar dois anos e dez meses de tempo de serviço aos docentes, mas estes não desistem de ver contabilizados os nove anos e quatro meses, embora admitam um processo faseado. A greve começou na terça-feira nos distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal e na Região Autónoma da Madeira e termina amanhã no Norte e nos Açores.

Sofia Monteiro, delegada na Guarda do Sindicato dos professores da região Centro, explicou que entre outras reivindicações está a não contagem do tempo de serviço que esteve congelado. Os horários de trabalho e questões relacionadas com a aposentação e concurso fazem também parte do descontentamento dos professores. Sofia Monteiro acredita que a paralisação dos professores vai atingir uma percentagem elevada no distrito da Guarda.

 

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