A candidatura de Pedro à concelhia da Guarda do PSD continua à espera de uma resposta do Tribunal Constitucional em relação ao recurso que apresentou e já enviou ao Conselho de Jurisdição Distrital um pedido de impugnação ao ato eleitoral, que reconduziu Júlio Santos à liderança da concelhia.
Recorde-se que Pedro Nobre liderou a lista B, que foi a votos nas eleições de fevereiro, mas o acto eleitoral foi impugnado por terem sido destetadas irregularidades na contagem dos votos. Nas segundas eleições, no final do mês de maio, a lista B defendia que o ato fosse repetido e com os mesmos cadernos eleitorais, o que não se verificou. Como forma de protesto, Pedro Nobre decidiu não avançar e contínua à espera de respostas. O social democrata acredita que a resposta do Tribunal vai ao encontro daquilo que a candidatura defende, que é a repetição do ato eleitoral de fevereiro, com os cadernos eleitorais dessa altura. Pedro Nobre acrescenta que, aparentemente, a concelhia não está unida e defende a realização de plenários.
O candidato frisou que a lista não foi a votos nas eleições de maio porque não concordou com a forma como o ato foi realizado e recorda que essa decisão foi divulgada e justificada numa conferência de imprensa realizada na véspera das eleições.


