Em comunicados, os Jotas acusam o presidente da Mesa do órgão deliberativo do Município, José Relva de não ser imparcial e de «andar ao reboque» das decisões de quem governa a Câmara da Guarda. As juventudes dizem ainda que os jovens não são respeitados pelo presidente da Mesa e a gota de água passou-se na Assembleia da semana passada, quando José Relva disse que não iria fazer uma reunião extraordinária para comemorar o 25 de abril, quando uma moção tinha sido aprovada nesse sentido. Outro ponto que não agradou aos subscritores foi a forma como o presidente da Assembleia tratou a deputada do Bloco, Bárbara Xavier, como explica João Vaz, da concelhia do PS, que acrescenta que José Relva é um muro de defesa ao executivo. João Vaz diz que as moções aprovadas não têm sido colocadas em práticas e reforça o que considera ser um constante apoio ao executivo que governa a Câmara.
Também Beatriz Realinho do BE, comunga da mesma opinião. A bloquista referiu que há falta de democracia e transparência do que se passa na Assembleia Municipal, sublinhando também a falta de respeito à deputada Bárbara Xavier. Beatriz Realinho disse ainda que os jovens e as mulheres têm um tratamento diferente na Assembleia Municipal.
Também, Francisco Robalo, da JSD e subscritor do documento, não poupa críticas a José Relva, de quem acusa de querer cumprir a agenda do executivo. Francisco Robalo recordou a falta de respeito de José Relva à deputada Bárbara Xavier e frisou que o presidente da Assembleia mais parece ser um vereador do PG.
A Rádio F, contatou o presidente da mesa da Assembleia Municipal, a pronunciar-se sobre esta tomada de posição dos “Jotas”, no entanto recusou, para já, tecer qualquer comentário.


