O Presidente da Câmara da Guarda já respondeu à carta aberta enviada, onde os signatários alegaram mau funcionamento e organização deficiente da Divisão de Planeamento de Obras e Urbanismo. Carlos Chaves Monteiro admite alguns ajustes, mas salienta que os serviços têm que cumprir aquilo que a lei preconiza. O autarca em resposta a uma questão da Rádio F, na última reunião do executivo camarário salientou que este é um assunto que já foi levantado noutros mandatos autárquicos e agora caiu-lhe nas mãos. Carlos Chaves Monteiro diz que a autarquia está empenhada em resolver todas as questões, mas neste caso concreto, refuta por completo que haja projetos que demorem 10 anos, sem que a câmara não se tenha pronunciado sobre eles. O presidente da Câmara da Guarda afirma que muitas das vezes, os projetos que dão entrada na autarquia não estão devidamente instruídos. Carlos Chaves Monteiro diz que por vezes a resposta é morosa, mas aos elementos que autarquia solicita após a primeira análise dos projetos.
O presidente da câmara até lembra que há uma portaria onde constam todos os documentos que são solicitados aos proponentes dos projetos que dão entrada na autarquia. Procurar certidões e obter pareceres, não é o papel do Municipio, diz Carlos Chaves Monteiro em jeito de recado.
O autarca refuta ainda que haja investimentos para a Guarda que tenham ficado para trás, por inoperância da Divisão de Planeamento de Obras e Urbanismo da autarquia. Carlos Chaves Monteiro admite alguns ajustes, mas relembra que a lei tem que ser cumprida.
O Presidente da câmara da Guarda até admite alguma burocracia e opiniões divergentes, mas estas são transversais a todas as autarquias do país. Ainda assim, o presidente da câmara da Guarda entende esta carta como um desafio para os serviços, mas refuta grande parte dos argumentos dos signatários e que eventuais culpas têm que ser partilhadas.


