Nesta altura o limite na Urgência Geral está atingido, admitiu a diretora deste serviço do Hospital da Guarda e houve necessidade de reter por algumas horas doentes em macas nos corredores da Urgência, uma situação que tende agora a desagravar-se após várias soluções implementadas, referiu a médica Adelaide Campos. O espaço físico na Urgência do Hospital da Guarda vai voltar a ser reformulado e a ideia é aumentar a zona para doentes “Não COVID”, mas para que tal aconteça é preciso agilizar o processo de internamentos de doentes COVID. Adelaide Campos reconhece que as condições para os doentes não são as desejáveis e o serviço está muito perto do limite, mas rejeita qualquer situação fora de controlo na Urgência do Sousa Martins.
A diretora da urgência diz que este fluxo de maior de entrada de doentes, também está afetar os profissionais de saúde onde já se faz sentir a exaustão e lembra, que desde março tem sido uma luta diária incessante. Adelaide Campos diz que este afluxo de doentes não é um caso específico da Guarda, mas a médica garante que todos os doentes que entrarem no Hospital Sousa Martins serão orientados e devidamente tratados.


