Os sindicalistas referem que atribuição é discriminatória e que todos os enfermeiros estiveram envolvidos nesta resposta, e os critérios impostos pelo Ministério da Saúde afunilam a atribuição destes prémios. Honorato Robalo, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses pede que sejam revistos os critérios e lembra que houve vários profissionais de saúde na Guarda, que ficaram infetados em outros serviços “Não COVID”.

O sindicalista fala na dualidade de critérios na atribuição deste prémio na ULS da Guarda e exemplifica com a discriminação entre os enfermeiros da Urgência Pediátrica, onde o prémio foi atribuído, e a Urgência Geral do Sousa Martins, onde não foram contemplados.

Também o anúncio da Vacina contra a COVID-19 que começa no domingo em Lisboa, Coimbra e Porto, está a causar desconforto aos enfermeiros da Guarda e lembram que o Hospital Sousa Martins sempre esteve na linha da frente no combate à Pandemia.

Honorato Robalo aproveitou ainda para reclamar velhos problemas dos enfermeiros da ULS da Guarda, como a vinculação dos precários e a progressão de carreiras.

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