Em causa está um parecer negativo, por parte da Direcção Geral do Património, à construção de um passadiço que iria permitir aos visitantes observarem de perto os vestígios arqueológicos. O presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro diz que a obra já estava prestes a começar quando veio o parecer da Direcção Geral do Património. Entretanto, o Município apresentou uma nova proposta, com correções ao projeto inicial e sem passadiço, e espera por uma resposta para poder concretizar a obra. Carlos Chaves Monteiro explica que a Câmara abdica do passadiço para não comprometer a obra. De acordo com o autarca, a Direcção Geral do Património não terá aprovado a construção.

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