Em causa está a alteração de forma unilateral dos horários dos profissionais da recepção do hotel que, de acordo com o Sindicato, foi de um dia para o outro, sem aviso prévio.
Afonso Figueiredo, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro, sustenta que o Inatel fez escalas de três meses em vez dos habituais turnos semanais com o único objectivo de não pagar o subsídio de turno.
Afonso Figueiredo adianta que a Fundação Inatel também faltou ao compromisso de renegociação de salários.
Sem falar em percentagens, Afonso Figueiredo diz que adesão à greve foi significativa e aponta novas formas de luta se, entretanto, nada se alterar.
Afonso Figueiredo acrescenta que a pandemia COVID-19 vai deixar marcas significativas no sector da hotelaria e restauração porque há muitos problemas para resolver.


