Nuno Sousa, Diretor Clínico para os Cuidados de Saúde Hospitalares da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda, revelou que, embora as escalas para agosto ainda não estejam totalmente fechadas, as previsões facultadas pelos diretores de serviço são positivas. O médico indicou que, para já, não se antevê uma “dificuldade extrema” no preenchimento dos horários, esperando-se que o serviço consiga dar a resposta necessária, mesmo sob pressão. A maior preocupação reside em imprevistos de última hora, como baixas por doença por parte dos profissionais de saúde.

O serviço de urgência da ULS da Guarda já atravessou, recentemente, dois períodos de maior pressão assistencial. Segundo o responsável, a instituição conseguiu “aguentar e dar resposta às solicitações”, destacando o papel fundamental do internamento, que trabalhou de forma articulada para evitar a acumulação de doentes no serviço de urgência.

Com a perspetiva de um verão quente, Nuno Sousa deixou um alerta sério à população, relacionando diretamente as ondas de calor com o aumento da afluência às urgências.

Quanto às Urgências pediátrica e de obstetrícia não há previsão de qualquer dificuldade, garantiu Nuno Sousa.

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