Trabalhadores da DURA juntaram-se à “Marcha pela Liberdade e Emprego com Direitos”, promovida pela União dos Sindicatos da Guarda

Alguns trabalhadores da empresa Dura, de Vila Cortez do Mondego, juntaram-se à Marcha pela Liberdade e Emprego com Direitos, promovida pela União dos Sindicatos da Guarda.

A concentração foi no largo da igreja da misericórdia e a marcha terminou em frente aos paços do concelho. Paulo Ferreira, funcionário da DURA e dirigente sindical referiu que a empresa do ramo automóvel corre o risco de fechar portas e colocar no desemprego quase duas centenas de trabalhadores. Paulo Ferreira lamentou a falta de respostas por parte da administração da empresa.

O funcionário da DURA e dirigente sindical diz que a melhor solução seria deslocar algum do trabalho que está a ser feito na unidade do Carregado. Paulo Ferreira anunciou que está marcada uma reunião em Lisboa, no próximo dia 3 de Maio, para tentar encontrar uma solução para a empresa que labora no vale do Mondego. Paulo Ferreira acrescenta que se a empresa fechar, o vale do Mondego vai perder população.

No final da marcha, José Pedro Branquinho, coordenador dos sindicatos da Guarda, reforçou que o problema da DURA é grave e que cabe aos políticos locais e nacionais encontrarem soluções que evitem o encerramento da empresa.

Alguns trabalhadores da empresa Dura, de Vila Cortez do Mondego, juntaram-se à Marcha pela Liberdade e Emprego com Direitos, promovida pela União dos Sindicatos da Guarda. A fábrica do vale do Mondego está a passar por dificuldades, uma vez que terá perdido o melhor cliente e, segundo a União dos Sindicatos da Guarda, em risco podem estar cerca de 150 postos de trabalho. (ouvir aqui)