A greve de 24 horas, direcionada aos 350 mil trabalhadores das carreiras gerais da Administração Pública (assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos superiores) afetou, principalmente, no distrito da Guarda, os setores da educação, saúde e segurança social, como refere José Pedro Branquinho, da União de Sindicatos da Guarda. Na educação registou-se o encerramento de mais de 30 escolas no distrito, incluindo as duas maiores escolas da cidade da Guarda. José Pedro Branquinho defende a urgência de o Governo criar carreiras especiais na Educação, a exemplo do que foi feito na Saúde.
Também José Catalino do STAL realçou o forte impacto na área da educação que esta greve teve, inviabilizando a abertura de diversos estabelecimentos de ensino. José Catalino sublinhou que é prioritário travar o desgaste destas profissões na administração local e garantir a sua valorização profissional.

