Recorde-se que no final do ano passado, o presidente da Câmara da Guarda revelou que a autarquia não iria assinar o protocolo com a DGArtes, que previa a inclusão do TMG na Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, com a garantia de um apoio de 800 mil euros para a programação durante 4 anos. Luís Couto entende que esta decisão carece de legalidade e que o assunto deveria ter sido alvo de votação por todo o executivo e não apenas pelo presidente e vereadores com pelouro. Luís Couto reforça que a não realização do contrato com a DG Artes carece de legalidade.
Uma opinião diferente tem o presidente da Câmara da Guarda. Sérgio Costa disse aos jornalistas que uma candidatura, seja ela qual for, não tem de ser levada para aprovação nas reuniões do executivo.


