O Tribunal Judicial da Guarda absolveu o presidente do Instituto Politécnico da Guarda de todas as acusações de interceção ilegítima do correio eletrónico dos seus antecessores

Joaquim Brigas e também o seu vice-presidente, Carlos Rodrigues, viram o tribunal da Guarda, numa decisão conhecida na passada 2ª feira, iliba-los de todas as acusações no chamada casos dos “e-mails”, onde eram acusados de interceção ilegítima de correio eletrónico pelos seus antecessores, Constantino Rei e Gonçalo Poeta.

Numa nota enviada a imprensa, Joaquim Brigas diz que a justiça comprovou  que os visados «não tinham qualquer legitimidade para fazer o que fizeram» ao utilizara os e-mails institucionais «depois de já não estarem no exercício dos cargos”.

O Presidente do IPG acrescentou ainda, que a partir de agora, «contas de e-mail cessarão no momento em que os seus titulares deixarem de exercer os cargos».